…sim!
Imagem: o estrangeiro por francisco mendes
Quero tudo que não mais importa: do riso falso às lágrimas de crocodilo.
Quero a demencia dos loucos, a audácia dos bandidos, e as ilusões dos enamorados.
Quero tudo que já não faz falta, tudo que foi guardado e esquecido.
Quero o mofo, o bolor do pão não comido, por consequência mal-amado…
Quero acordar com certeza de que me entupi de cigarros e só o fiz por que na vida não há mesmo graça
Só a desgraça do câncer na garganta e não poder mais cantar as canções do Gainsbour em francês mal falado
Quero nascer de novo, só pra morrer atropelado e ouvir no rádio, como espirito, dizerem meu nome errado
Quero me fazer entendido, depois enterrado
Quero me fazer esquecido, depois relembrado
Quero me fazer ficticio, ter me reinventado da maneira que sempre sonhei:
Um poeta rebelde apaixonado pela cor vermelha com todas as mulheres do mundo a seus pés
Que virou rei de seu país e foi pra África exilado porque bebeu demais com dinheiro público
Quero tudo que não mais importa: a glória do drible bonito e do gol de mão não anulado
Depois –sim– quero tudo de volta: o que espalhei por aí do primeiro verso ao derradeiro fim
Como se houvesse…
…
Quero a demencia dos loucos, a audácia dos bandidos, e as ilusões dos enamorados.
Quero tudo que já não faz falta, tudo que foi guardado e esquecido.
Quero o mofo, o bolor do pão não comido, por consequência mal-amado…
Quero acordar com certeza de que me entupi de cigarros e só o fiz por que na vida não há mesmo graça
Só a desgraça do câncer na garganta e não poder mais cantar as canções do Gainsbour em francês mal falado
Quero nascer de novo, só pra morrer atropelado e ouvir no rádio, como espirito, dizerem meu nome errado
Quero me fazer entendido, depois enterrado
Quero me fazer esquecido, depois relembrado
Quero me fazer ficticio, ter me reinventado da maneira que sempre sonhei:
Um poeta rebelde apaixonado pela cor vermelha com todas as mulheres do mundo a seus pés
Que virou rei de seu país e foi pra África exilado porque bebeu demais com dinheiro público
Quero tudo que não mais importa: a glória do drible bonito e do gol de mão não anulado
Depois –sim– quero tudo de volta: o que espalhei por aí do primeiro verso ao derradeiro fim
Como se houvesse…
…
tuiu[sempre ele...¬¬]

eu amei isso. como n amo muita coisa em muito tempo.
espirituosa! a vida precisa de mais coisas assim!